Passageiros não tem o controle, sentem que amam quando algo dispara dentro deles. Sonham um dia em se tornarem pilotos, terem o controle da situação... Doce ilusão!
Enquanto o coração estiver batendo, haverá sempre um pulsar descompensado que insistirá em aparecer nos momentos inadequados.
Em contraponto, percebo amores fugazes voando pelos ares.
Me pergunto: quando é passageiro pode ser chamado de amor?
Eis a questão!
Uma coisa é certa: não existem pilotos na paixão.
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