quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Fazia de tudo para ver aquela pessoa feliz. Ficava triste quando não conseguia reverter a situação. Escrevia mensagens, cartas, músicas, poemas... Comprava presentes, chocolates... Ficava contando as horas do dia que faltavam para encontrá-la. Passava um bom tempo procurando algo para impressionar, para conquistar cada vez mais quem tanto amava. Num belo dia, ela mentiu (como era de costume), apaixonou-se perdidamente por outro alguém e foi embora. Ele pensou e perguntou-se: me dediquei tanto, lutei tanto por esse amor, o que de fato faltava em mim? Como pude ser tão idiota? O tempo passou, ele aprendeu a olhar para os lados, para a frente e percebeu: faltava mais amor. Faltava o amor principal, aquele chamado de amor-próprio.

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